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Domingo, 1 de fevereiro de 2026

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Bitcoin cai abaixo dos 80 mil dólares e desencadeia liquidações

As liquidações superam 400 milhões de dólares, enquanto polémicas de liderança testam a resiliência.

A quebra do bitcoin abaixo dos 80 mil dólares expôs alavancagem excessiva, com mais de 400 milhões de dólares em posições longas a serem liquidados em quatro horas. As implicações atingem tesourarias corporativas e reacendem debates sobre reputação e governação, reforçando que risco, transparência e disciplina permanecem centrais num mercado altamente volátil.

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1 de fevereiro de 2026 às 05:403 min read
Tiago Mendes Ramos

A mortalidade excedente pós‑pandemia mantém‑se elevada e persistente

As novas evidências ligam ambiente, instituições e tecnologia a riscos sistémicos interligados.

Os dados recentes mostram que o excesso de mortalidade permanece acima da tendência pré‑pandemia, indicando impactos prolongados na saúde pública e na resiliência dos sistemas. Em paralelo, projeções climáticas apontam que o aquecimento acima de 2,0 °C poderá expor quase metade da população a calor extremo, enquanto políticas de risco para armas e críticas à governação algorítmica evidenciam como escolhas institucionais agravam ou mitigam danos.

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1 de fevereiro de 2026 às 06:044 min read
Letícia Monteiro do Vale

As ligações de Epstein e o CDI jovem agravam tensões

A exigência de transparência e de limites à força pública estrutura o debate.

A exposição de redes de influência, a proposta de um contrato jovem rompível sem motivo nos primeiros anos e relatos de violência institucional convergem numa exigência de responsabilização. A reação sindical que classifica a medida como “declaração de guerra”, as clivagens nas forças de segurança e a tragédia humanitária em Gaza elevam a pressão por transparência e por políticas que assegurem dignidade e estabilidade.

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1 de fevereiro de 2026 às 06:263 min read
Camila Pires

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Os retornos da IA falham enquanto o controlo digital avança

As manipulações oficiais, a vigilância biométrica e as receitas recorrentes ampliam a assimetria de poder

Manipulações visuais confirmadas por autoridades, vigilância biométrica no terreno e integrações de chaves de encriptação na nuvem ilustram uma transferência de poder para centros tecnológicos e estatais. Em paralelo, modelos de subscrição e a falta de retornos imediatos com inteligência artificial expõem tensões entre promessa e valor real, com implicações diretas para confiança pública, regulação e competitividade. O alinhamento entre política industrial e proteção de direitos emerge como condicionante crítico da próxima década.

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26 de janeiro de 2026 às 06:414 min read
Camila Pires

A ligação intestino–cérebro e o stress redefinem prioridades clínicas

As discussões priorizam métricas, longitudinalidade e efeitos funcionais perante promessas terapêuticas experimentais.

Os riscos cognitivos pós-infeção, os mecanismos de stress e a evidência sobre o eixo intestino–cérebro estão a orientar a atenção para impactos funcionais medíveis, com exigência de métricas e acompanhamento prolongado. Em paralelo, o ceticismo perante estratégias anti-amiloide e a aposta em formação técnica indicam uma comunidade focada em resultados clínicos e em capacidade instalada para investigação. Este realinhamento influencia prioridades de saúde pública, desenho de ensaios e qualificação de talentos.

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26 de janeiro de 2026 às 09:124 min read
Camila Pires

O armazenamento elétrico viabiliza a China 100% renovável até 2030

As constelações, o aperto financeiro dos Estados Unidos e a IA redesenham energia e democracia

Um salto no armazenamento de energia permite projetar a China com 100% de eletricidade renovável até 2030, enquanto a liderança nuclear de China e Rússia e a dependência de financiamento externo dos Estados Unidos expõem clivagens estratégicas. Ao mesmo tempo, a aceleração da IA pressiona empregos de entrada, acende alertas sobre integridade democrática e desencadeia resistência cultural, num mercado de consumo onde a realidade virtual continua sem descolar.

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26 de janeiro de 2026 às 09:353 min read
Camila Pires

Gazetas mensais em destaque

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Os sinais pós‑COVID fortalecem o ceticismo e exigem melhor evidência

Em janeiro de 2026, o rigor experimental dominou debates sobre COVID, Alzheimer e modelos neurais.

Os debates do mês evidenciaram uma viragem para o escrutínio rigoroso de alegações sobre saúde cerebral, do impacto cumulativo de reinfeções à eficácia de meditação e de terapias com nanopartículas. Em paralelo, avançaram discussões sobre arquitetura neural, limites da decodificação de memórias e capacitação técnica com formação intensiva. O resultado é uma agenda que privilegia desenho experimental, validação funcional e prudência nas promessas translacionais.

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1 de fevereiro de 2026 às 08:244 min read
Letícia Monteiro do Vale

A rutura com aliados dos EUA acelera com a Gronelândia

As tensões de janeiro de 2026 expõem vazamentos, ameaças e sinais de rutura aliada.

Um mês de sinais cruzados consolidou a perceção de que a negociação cedeu lugar ao espetáculo e de que a confiança entre aliados se erode. Da tribuna de Davos às ruas da Gronelândia, vazamentos, ameaças e apelos à preparação civil elevaram o risco de choque entre parceiros. A evolução importa porque expõe fragilidades na liderança ocidental e reabre frentes de soberania no Ártico.

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1 de fevereiro de 2026 às 07:373 min read
Letícia Monteiro do Vale

A multa de 42 milhões à Free fortalece a privacidade

Em janeiro de 2026, a França digital confrontou a polícia, a privacidade e o Ártico.

Uma queixa de utilizador que levou à condenação de 42 milhões de euros à Free evidenciou a capacidade de escrutínio cívico sobre a proteção de dados. Em paralelo, disputas sobre violência policial, responsabilidade mediática e sinais geopolíticos no Ártico mostraram como segurança, linguagem e clima se entrelaçam nas prioridades francesas este mês.

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1 de fevereiro de 2026 às 08:513 min read
Renata Oliveira da Costa